Na década dos 1950, os artistas Gino Bruno e seu genro Sylvio Alves passeavam por Itanhaém, cidade no litoral sul do Estado de São Paulo, quando deram com o Pancetti sentado no barzinho de um hotel tomando um vinho dos mais caros. Ô, Pancetti, já está dando para tomar um vinho dessa qualidade?, disse-lhe Gino Bruno. Pancetti esclareceu: É que um colecionador baiano, em pagamento de um quadro, me autorizou a ficar um mês neste hotel, com comida e bebida paga. E aqui estou. Nota do Editor Depoimento pessoal do pintor Sylvio Alves a Julio Louzada.